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XXVII Assembleia dos Povos Indígenas do Ceará - 2023
08:52
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XXVII Assembleia dos Povos Indígenas do Ceará - 2023

O fortalecimento do movimento indígena do Ceará se dá através da unidade coletiva e da mobilização permanente, para resistir diante de violações de direitos e retrocessos. Entre os dias 17 e 21 de julho de 2023, aconteceu na aldeia Gameleira do povo Tapuya-Kariri nos municípios de São Benedito e Carnaubal na Serra da Ibiapaba a XXVII Assembleia Estadual dos Povos Indígenas do Ceará. Com aproximadamente 400 indígenas de todo o estado do Ceará, discutindo pautas de interesses coletivos para os povos indígenas. O evento contou com aproximadamente 400 indígenas de todo estado, Organizações Indígenas, Parceiros e Órgãos do Estado para discutir pautas de interesses coletivos para os povos. Estiverem presentes Weibe Tapeba, Secretário da SESAI; Juliana Alves, Secretaria dos Povos Indígenas - SEPIN/CE; Lucas Guerra, Coordenador do DSEI/CE; Ceiça Pitaguary, Secretaria de Gestão Ambiental e Territorial dos Povos Indígenas; Thiago Anacé, Coordenador da FUNAI/CE; Lucinha Tremembé, Coordenadora Geral de Participação e Controle Social da Saúde Indígena; Celso Xucuru-Kariri, Coordenador do Fórum de Presidentes de Conselhos Distritais de Saúde Indígena; Paulo Tupinikim, Coordenador Executivo da APOINME; Aconteceu o Lançamento do Concurso para Professoras e Professores Indígenas do Ceará com o Governador Elmano de Freitas, um marco histórico para os povos indígenas do Ceará. Ao final da Assembleia, ocorreu a eleição para a composição da nova diretoria da FEPOINCE: Coordenadora: Andrea Tapuya-Kariri Vice Coordenadora: Naara Tapeba 1ª Secretária: Glaubiana Jenipapo-Kanindé 2ª Secretária: Eliane Tabajara 1ª Tesoureira: Clara Kanindé 2ª Tesoureira: Janaína Pitaguary Efetivos do Conselho Fiscal Rosa Potyguara Juliene Tremembé Renan Tabajara Suplentes do Conselho Fiscal Luana Potyguara Joedson Kariri Climério Anacé Imagens e Edição - Rapha Anacé e Victor Kanindé
Mulheres Indígenas do Ceará: no coletico somos únicas - Lançamento do livro
05:20
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Mulheres Indígenas do Ceará: no coletico somos únicas - Lançamento do livro

No dia 10 de março de 2023 foi lançado o documentário Mulheres Indígenas do Ceará: No coletivo somos únicas, no Teatro Morro do Ouro, anexo ao Theatro José de Alencar. O livro apresenta a trajetória de quatorze mulheres indígenas que se destacam na defesa de seus territórios, na luta pela vida e pela preservação da biodiversidade. O objetivo é valorizar a trajetória individual de guerreiras que colocam a sua vida em risco em prol da luta coletiva e a trajetória dessas guerreiras, que aqui representam uma infinidade de outras mulheres que conciliando trabalho, maternidade e cuidado com a coletividade também se dedicam a causa da demarcação dos territórios e fazem acontecer uma corrente de resistência e fortaleza na luta por um Estado que respeite, valorize e proteja os povos originários e sobretudo a vida das mulheres indígenas. Existe uma frase muito utilizada pelo movimento indígena que diz: "As mulheres indígenas são como rios, crescem quando se unem". No coletivo essas mulheres demonstram a sua força, pois constroem laços de amizade e cumplicidade que fortalecem a resistência. Porém, cada uma tem sua trajetória individual, de muitas conquistas, sonhos, dores, alegrias e espiritualidade. Esse livro é dedicado a todas as mulheres indígenas. São essas guerreiras que todos os dias dedicam suas vidas na defesa da vida e dos seus territórios. Que possam ser reconhecidas, valorizadas e sobretudo respeitadas. Elas são as verdadeiras escritoras, pois constroem essas narrativas com a força de suas vidas. Edição e Imagens: @lihvmaker
Luiza (Povo Tabajara/Monsenhor Tabosa)
18:39
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Luiza (Povo Tabajara/Monsenhor Tabosa)

Nas retomadas, manifestações, reuniões, atos e caminhadas do movimento indígena sempre pode ser percebido a forte presença das mulheres. Elas lutam pela demarcação dos territórios, por dignidade, por direitos sociais e sobretudo pelo direito de ser e de existir, em uma sociedade que reiteradamente pratica violência contra os seus povos originários. Existe uma frase muito utilizada pelo movimento indígena que diz: “As mulheres indígenas são como rios, crescem quando se unem”. Juntas elas fazem a diferença, incomodam os machistas, racistas e todos àqueles que negam a presença indígena e que trabalham contra os projetos coletivos dos povos. A luta coletiva é formada por diversas mulheres, das mais variadas idades, formações e papéis exercidos na comunidade. Mulheres que são mães, avós, filhas e netas. Mulheres que são professoras, agentes de saúde, enfermeiras, coordenadoras, diretoras, donas de casa. Mulheres que são casadas, solteiras, viúvas e divorciadas. Esse livro que ressaltar a trajetória pessoal dessas guerreiras, que lutam de forma aguerrida pelos direitos de seus povos e que muitas vezes arriscam suas vidas pelo direito de existir. Em um Estado que nega a existência de seus povos originários, é necessário ressaltar a corajosa decisão de gritar a sua existência, de demarcar os seus territórios e de enfrentar os desafios na defesa da vida. Apresentaremos aqui a vida de treze mulheres, de vários lugares do Ceará. Elas puderam falar sobre suas lutas, trajetórias, vidas, conquistas e tristezas. Mulheres de contexto urbano, do sertão e do litoral apresentaram a partir dos seus relatos a luta de seus povos. A partir da pessoa podemos perceber o coletivo, pois essas mulheres não lutam apenas por si, mas por seus antepassados e pelas gerações futuras. Gravação e edição do vídeo - @tearlepinheiro9812
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